AzBT 95km

O percurso maior, que começa e termina junto ao mar, mas se desenvolve maioritariamente por trilhos interiores, terá um contacto adicional com as águas atlânticas ao longo desta etapa. Nela, os atletas serão conduzidos até à costa Norte da ilha, ora inóspita, ora aprazível, mas sempre deslumbrante, zona balnear dos Biscoitos, às suas deslumbrantes piscinas naturais e ao seu magnífico entorno paisagístico com predominância da cultura da vinha e do vinho

O percurso maior, que começa e termina junto ao mar, mas se desenvolve maioritariamente por trilhos interiores, terá um contacto adicional com as águas atlânticas ao longo desta etapa. Nela, os atletas serão conduzidos até à costa Norte da ilha, ora inóspita, ora aprazível, mas sempre deslumbrante, zona balnear dos Biscoitos, às suas deslumbrantes piscinas naturais e ao seu magnífico entorno paisagístico com predominância da cultura da vinha e do vinho

GPX File:  “Os ficheiros encontram-se sujeitos a alterações condicionadas à avaliação das condições de segurança e apenas são válidos no próprio dia do Azores Bravos Trail.”

bus-1043

BUS TRANSFER

BUS TRANSFER

02:00h - Cerrado do Bailão,
Angra do Heroísmo

02:00h - Cerrado do Bailão,
Angra do Heroísmo

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START RACE

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03:00h - Marina da Praia da Vitória

03:00h - Marina da Praia da Vitória

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Atenção! - A Organização alerta que a utilização do GPX é restrita ao dia da prova.
Este traçado utiliza uma série de terrenos privados, onde habitualmente se verifica culturas agrícolas ou apascentação de gado, dos quais nos foi concedida autorização de passagem unicamente para o dia do evento a 8 de outubro.

Atenção! - A Organização alerta que a utilização do GPX é restrita ao dia da prova.
Este traçado utiliza uma série de terrenos privados, onde habitualmente se verifica culturas agrícolas ou apascentação de gado, dos quais nos foi concedida autorização de passagem unicamente para o dia do evento a 8 de outubro.

PONTOS DE ABASTECIMENTO

PONTOS DE ABASTECIMENTO

Azores Bravos Trail – 95km – PACs + Base vida

TABELA DAS DISTÂNCIAS

PONTOS DE ABASTECIMENTO

Azores Bravos Trail – 95km – TimeBarriers

Os Bravos 95

Os Bravos 95

O percurso maior, que começa e termina junto ao mar, mas se desenvolve maioritariamente por trilhos interiores, terá um contacto adicional com as águas atlânticas ao longo desta etapa. Nela, os atletas serão conduzidos até à costa Norte da ilha, ora inóspita, ora aprazível, mas sempre deslumbrante, zona balnear dos Biscoitos, às suas deslumbrantes piscinas naturais e ao seu magnífico entorno paisagístico com predominância da cultura da vinha e do vinho.

O percurso maior, que começa e termina junto ao mar, mas se desenvolve maioritariamente por trilhos interiores, terá um contacto adicional com as águas atlânticas ao longo desta etapa. Nela, os atletas serão conduzidos até à costa Norte da ilha, ora inóspita, ora aprazível, mas sempre deslumbrante, zona balnear dos Biscoitos, às suas deslumbrantes piscinas naturais e ao seu magnífico entorno paisagístico com predominância da cultura da vinha e do vinho.

Da partida da prova dos 95 km, na Praia da Vitória, até à partida da prova dos 60 km, instalada no Clube de Golfe da Ilha Terceira, os atletas serão, desde logo, guiados a fazer a ascensão à Serra do Cume (550m), uma elevação que constitui o que resta de um dos maiores vulcões do Arquipélago. Embora feita de noite, durante a subida da encosta nascente, feita maioritariamente ao longo das ribeiras do Belo Jardim e das Beiras, será com certeza possível ter uma perspetiva imponente da baía da Praia da Vitória, que acabam de deixar para trás. Chegados ao cume, onde se encontra instalado o posto de abastecimento PAC1 e precisamente o da extensa cratera, cujo comprimento em linha reta atinge os 7 km, e que constitui uma das mais icónicas paisagens da ilha, com a sua “manta de retalhos”, composta pela miríade de cerrados (pastos) e respetivos muros divisórios, em pedra. 

 

 

Da partida da prova dos 95 km, na Praia da Vitória, até à partida da prova dos 60 km, instalada no Clube de Golfe da Ilha Terceira, os atletas serão, desde logo, guiados a fazer a ascensão à Serra do Cume (550m), uma elevação que constitui o que resta de um dos maiores vulcões do Arquipélago. Embora feita de noite, durante a subida da encosta nascente, feita maioritariamente ao longo das ribeiras do Belo Jardim e das Beiras, será com certeza possível ter uma perspetiva imponente da baía da Praia da Vitória, que acabam de deixar para trás. Chegados ao cume, onde se encontra instalado o posto de abastecimento PAC1 e precisamente o da extensa cratera, cujo comprimento em linha reta atinge os 7 km, e que constitui uma das mais icónicas paisagens da ilha, com a sua “manta de retalhos”, composta pela miríade de cerrados (pastos) e respetivos muros divisórios, em pedra. 

 

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Vista para a subida à Serra do Cume.

Vista do topo da Serra do Cume para o planalto da Achada.

Atravessado o imenso planalto da Achada, sempre em ascensão pouco pronunciada, os atletas terão um primeiro vislumbre, a partir de nascente, da Caldeira de Guilherme Moniz, ao longo do trilho oficial da Passagem das Bestas (PRC 07 TER), que deve o seu nome às relheiras sulcadas na pedra pelos rodados das juntas de bois, que secularmente demandavam a caldeira para recolha de lenha, e à entrada do qual se encontra instalado o PAC2.

Daqui os atletas entrarão em terrenos ancestrais de transumância e, ao longo de um trilho de mudança de gado em desuso, farão a ascensão ao Pico do Boi, a partir do qual, com os seus mais de 650 m de altura, voltarão a ter perspetiva da Serra do Cume, do Planalto da Achada e da sua “manta de retalhos”, agora a partir de Noroeste. 

Atravessado o imenso planalto da Achada, sempre em ascensão pouco pronunciada, os atletas terão um primeiro vislumbre, a partir de nascente, da Caldeira de Guilherme Moniz, ao longo do trilho oficial da Passagem das Bestas (PRC 07 TER), que deve o seu nome às relheiras sulcadas na pedra pelos rodados das juntas de bois, que secularmente demandavam a caldeira para recolha de lenha, e à entrada do qual se encontra instalado o PAC2.

Daqui os atletas entrarão em terrenos ancestrais de transumância e, ao longo de um trilho de mudança de gado em desuso, farão a ascensão ao Pico do Boi, a partir do qual, com os seus mais de 650 m de altura, voltarão a ter perspetiva da Serra do Cume, do Planalto da Achada e da sua “manta de retalhos”, agora a partir de Noroeste. 

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Passagem das Bestas.

Algar do Carvão, descida dos atletas ao interior da cratera.

Alcançado o ponto mais alto do Pico do Boi, empreenderão a descida, de aproximadamente 4 km, até aos greens do Clube de Golfe, local de instalação do PAC3 e onde será dada a partida para a prova dos 60 km.

Deixando para trás o Clube de Golfe, os atletas entrarão nas densas matas da Agualva, nas quais empreenderão a subida até à zona Terra Brava, de onde descerão para o que julgamos ser o ex-libris das provas dos 95 e 60 km: a descida ao Algar do Carvão, com a sua lagoa cristalina e abóbodas majestosas, vestígios intemporais deixados pelo recuo súbito do magma, após uma erupção vulcânica não conseguida naquele exato local. Correr num algar, só acessível através de um túnel fruto da faina humana, literalmente, em direção ao centro da Terra, é uma experiência só ao alcance dos BRAVOS atletas das provas mais longas do evento. No Algar do Carvão encontra-se alojado o PAC4.

Uma vez cruzado o Planalto Central, os atletas percorrerão os caminhos encantados do trilho oficial dos Mistérios Negros (PRC 01 TER), localizado em plena zona de reserva natural e fortemente caracterizado pela paisagem resultante de erupção vulcânica, ocorrida em 1761. É ainda em plenos Mistérios Negros que tem início a longa descida de mais de 11 km que, percorrendo um trecho da Grande Rota do Oeste, com passagem pelo PAC5 (Altares/Domos) e pela Lagoa do Cerro, levará os atletas até aos Biscoitos, onde uma parte do percurso atravessará as curraletas, que servem abrigo ancestral a uma característica cultura da vinha e do vinho, em terrenos de forte exposição aos elementos.

Aqui se encontra instalado o PAC6 e daqui terá partida a prova dos 30 km, a desafiante travessia Norte/Sul da ilha Terceira.


Alcançado o ponto mais alto do Pico do Boi, empreenderão a descida, de aproximadamente 4 km, até aos greens do Clube de Golfe, local de instalação do PAC3 e onde será dada a partida para a prova dos 60 km.

Deixando para trás o Clube de Golfe, os atletas entrarão nas densas matas da Agualva, nas quais empreenderão a subida até à zona Terra Brava, de onde descerão para o que julgamos ser o ex-libris das provas dos 95 e 60 km: a descida ao Algar do Carvão, com a sua lagoa cristalina e abóbodas majestosas, vestígios intemporais deixados pelo recuo súbito do magma, após uma erupção vulcânica não conseguida naquele exato local. Correr num algar, só acessível através de um túnel fruto da faina humana, literalmente, em direção ao centro da Terra, é uma experiência só ao alcance dos BRAVOS atletas das provas mais longas do evento. No Algar do Carvão encontra-se alojado o PAC4.

Uma vez cruzado o Planalto Central, os atletas percorrerão os caminhos encantados do trilho oficial dos Mistérios Negros (PRC 01 TER), localizado em plena zona de reserva natural e fortemente caracterizado pela paisagem resultante de erupção vulcânica, ocorrida em 1761. É ainda em plenos Mistérios Negros que tem início a longa descida de mais de 11 km que, percorrendo um trecho da Grande Rota do Oeste, com passagem pelo PAC5 (Altares/Domos) e pela Lagoa do Cerro, levará os atletas até aos Biscoitos, onde uma parte do percurso atravessará as curraletas, que servem abrigo ancestral a uma característica cultura da vinha e do vinho, em terrenos de forte exposição aos elementos.

Aqui se encontra instalado o PAC6 e daqui terá partida a prova dos 30 km, a desafiante travessia Norte/Sul da ilha Terceira.


A saída da costa Norte faz-se pelo percurso do trilho oficial da Malha Grande (PR 09 TER), que, depois de percorrer a deslumbrante zona costeira dos Biscoitos e duma ascensão de aproximadamente 12 km que, com passagem no PAC7, na Serra do Narião, levará os atletas do nível do mar até ao miradouro da Rocha do Chambre, ponto mais elevado do percurso (713 m) e de onde serávisível a imponente parede da caldeira do vulcão do Pico Alto.

De regresso à zona do Planalto Central e Costa Noroeste, a evolução dos atletas far-se-á maioritariamente pelo trilho oficial Algar do Carvão-Furnas do Enxofre (PRC10 TER), com passagem a grande proximidade do campo fumarólico das Furnas do Enxofre, onde se encontra o PAC8. Daqui, através dum segmento de campos de pastoreio o percurso avança para crista poente da Caldeira de Guilherme Moniz, de onde é possível novamente admirar quer o gado BRAVO que o ponteia, quer a localização do maior reservatório natural de água da ilha, oculto no subsolo.


A saída da costa Norte faz-se pelo percurso do trilho oficial da Malha Grande (PR 09 TER), que, depois de percorrer a deslumbrante zona costeira dos Biscoitos e duma ascensão de aproximadamente 12 km que, com passagem no PAC7, na Serra do Narião, levará os atletas do nível do mar até ao miradouro da Rocha do Chambre, ponto mais elevado do percurso (713 m) e de onde serávisível a imponente parede da caldeira do vulcão do Pico Alto.

De regresso à zona do Planalto Central e Costa Noroeste, a evolução dos atletas far-se-á maioritariamente pelo trilho oficial Algar do Carvão-Furnas do Enxofre (PRC10 TER), com passagem a grande proximidade do campo fumarólico das Furnas do Enxofre, onde se encontra o PAC8. Daqui, através dum segmento de campos de pastoreio o percurso avança para crista poente da Caldeira de Guilherme Moniz, de onde é possível novamente admirar quer o gado BRAVO que o ponteia, quer a localização do maior reservatório natural de água da ilha, oculto no subsolo.


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Vista área da zona Balnear dos Biscoitos.

Vista área da Caldeira Guilherme Moniz.

Continuando a contornar a Caldeira, atingir-se-á então o cume da Serra do Morião ou Serra da Nasce Água (593 m), que, setentrional à Cidade de Angra do Heroísmo, oferece uma perspetiva verdadeiramente cénica não só da Cidade Património da Humanidade, mas também de todo o seu entorno terrestre, com a Serra da Ribeirinha e Monte Brasil em destaque, e oceânico, com os Ilhéus da Cabras e possibilitando, em dias de boa visibilidade, contemplar as ilhas de São Jorge e do Pico no horizonte.

A crista da Caldeira de Guilhermo Moniz, ainda antes da chegada ao cume da Serra do Morião, marca ainda o ponto de confluência do percurso da prova de 15 km com os das restantes provas, cujos atletas, com partida junto à Igreja do Posto Santo, evoluem ascendentemente ao longo da Grota do Medo, descendo em seguida a Canada do Breado, em direção à fachada Norte do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, para realizarem então os cerca de 6 km que os levarão ao encontro dos atletas das restantes provas e até ao cume da Serra do Morião.

Continuando a contornar a Caldeira, atingir-se-á então o cume da Serra do Morião ou Serra da Nasce Água (593 m), que, setentrional à Cidade de Angra do Heroísmo, oferece uma perspetiva verdadeiramente cénica não só da Cidade Património da Humanidade, mas também de todo o seu entorno terrestre, com a Serra da Ribeirinha e Monte Brasil em destaque, e oceânico, com os Ilhéus da Cabras e possibilitando, em dias de boa visibilidade, contemplar as ilhas de São Jorge e do Pico no horizonte.

A crista da Caldeira de Guilhermo Moniz, ainda antes da chegada ao cume da Serra do Morião, marca ainda o ponto de confluência do percurso da prova de 15 km com os das restantes provas, cujos atletas, com partida junto à Igreja do Posto Santo, evoluem ascendentemente ao longo da Grota do Medo, descendo em seguida a Canada do Breado, em direção à fachada Norte do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, para realizarem então os cerca de 6 km que os levarão ao encontro dos atletas das restantes provas e até ao cume da Serra do Morião.

 O cume da Serra do Morião dá início à descida que, ao longo de 7 km, conduzirá os atletas até à meta, localizada em pleno Parque Municipal do Relvão, no perímetro da Fortaleza de São João Baptista, Angra do Heroísmo. Descida a fase inicial da encosta por entre vegetação endémica, pouco depois de transposto o Cruzeiro da Serra do Morião e junto ao tanque de regularização de águas, a descida acompanha então a conduta adutora (tubo verde) que abastece a central mini-hídrica, pouco após a qual se encontra localizado o PAC9.

Daqui em diante, o percurso é maioritariamente urbano, descendo a Canada do Vinial, passando à pedreira e acompanhando depois o leito da Ribeira até S. Bento, rumando pela Rua dos Melancólicos, Rua Prof. Augusto Monjardino e Rua Beato João Baptista Machado até à Memória a D. Pedro IV, ponto privilegiado para, agora em proximidade, ter nova perspetiva cénica do núcleo histórico de Angra e do Monte Brasil.


 O cume da Serra do Morião dá início à descida que, ao longo de 7 km, conduzirá os atletas até à meta, localizada em pleno Parque Municipal do Relvão, no perímetro da Fortaleza de São João Baptista, Angra do Heroísmo. Descida a fase inicial da encosta por entre vegetação endémica, pouco depois de transposto o Cruzeiro da Serra do Morião e junto ao tanque de regularização de águas, a descida acompanha então a conduta adutora (tubo verde) que abastece a central mini-hídrica, pouco após a qual se encontra localizado o PAC9.

Daqui em diante, o percurso é maioritariamente urbano, descendo a Canada do Vinial, passando à pedreira e acompanhando depois o leito da Ribeira até S. Bento, rumando pela Rua dos Melancólicos, Rua Prof. Augusto Monjardino e Rua Beato João Baptista Machado até à Memória a D. Pedro IV, ponto privilegiado para, agora em proximidade, ter nova perspetiva cénica do núcleo histórico de Angra e do Monte Brasil.


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Vista para cidade de Angra do Heroísmo, da Serra do Morião.

Vista área do Monte Brasil e Fortaleza de São João Batista.

A entrada no núcleo central da Cidade será feita por entre a densa e luxuriante vegetação do Jardim Duque da Terceira, com as suas espécies exóticas, provenientes do “Novo Mundo”, para depois cruzar a sala de visitas da Cidade, a Praça Velha, com o emblemático edifício da Câmara Municipal. A Rua Direita dará acesso ao Cais da Alfândega e a Estrada Gaspar Corte-Real conduzirá à entrada no perímetro muralhado, pela Porta da Prata, para subir à Fortaleza de São João Baptista, onde, após transpor o portal Norte, atravessar a praça de armas e sair pela porta nascente, os atletas darão então entrada no Parque Municipal do Relvão, atingindo a almejada meta.

A entrada no núcleo central da Cidade será feita por entre a densa e luxuriante vegetação do Jardim Duque da Terceira, com as suas espécies exóticas, provenientes do “Novo Mundo”, para depois cruzar a sala de visitas da Cidade, a Praça Velha, com o emblemático edifício da Câmara Municipal. A Rua Direita dará acesso ao Cais da Alfândega e a Estrada Gaspar Corte-Real conduzirá à entrada no perímetro muralhado, pela Porta da Prata, para subir à Fortaleza de São João Baptista, onde, após transpor o portal Norte, atravessar a praça de armas e sair pela porta nascente, os atletas darão então entrada no Parque Municipal do Relvão, atingindo a almejada meta.

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